Corinthians evolui no 4-2-3-1, mas precisa achar soluções urgentes

Ao explicar a mudança de esquema do 4-1-4-1 para o 4-2-3-1 no Corinthians antes mesmo de a bola rolar para o empate por 1 a 1 contra o RB Brasil, nesta segunda-feira, Fábio Carille disse que seu time vinha criando menos nos últimos jogos e que, a partir de agora, teria mais posse de bola e controle de jogo.

E embora o jogo não tenha mostrado isso – o time da casa apertou marcação e ficou mais com a bola (53% a 47%), enquanto o Timão só criou três chances reais de gol –, o conjunto da obra após o empate deu sinais de que o time tende a tabela brasileirão 2018 melhorar no “novo antigo” desenho tático.

Anulado pela arbitragem de forma polêmica, o gol de Rodriguinho poderia ter dado a vitória ao Timão, mesmo com atuação irregular.

Duas coisas, porém, ainda atrapalham a equipe, que tem sequência difícil pela frente (Palmeiras, Millonarios, da Colômbia, e Santos):

Sem Arana, a lateral-esquerda ainda não tem dono; Sem Jô inscrições 2019, a função de camisa 9 precisa urgentemente de um novo dono.

Com Renê Júnior e Camacho (em noite ruim), Carille abriu mão da pegada de Gabriel – que ficou no banco – e apostou num meio-campo mais criativo, com rapidez de troca de passes e transição ofensiva veloz.

Clayson (autor da jogada do gol, marcado por Tiago Alves, contra) e Romero foram bem pelos lados, enquanto Rodriguinho teve bastante liberdade pelo meio. O time apostou nos contra-ataques e mostrou alguns traços semelhantes com a equipe do ano passado – mesmo com carências evidentes.

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